segunda-feira, 27 de julho de 2009

ÍNDOLE vem de berço, é claro !!!!!



DOIS PRESIDENTES NORDESTINOS

Ao ver Lula defendendo seu filho que recebeu R$ 15 milhões de reais da TELEMAR para tocar sua empresa, Élio Gáspari publicou essa história buscada no fundo do baú:
Em 1966 o presidente Castelo Branco leu nos jornais que seu irmão, funcionário com cargo na Receita Federal, ganhara um carro Aero-Willys, agradecimento dos colegas funcionários pela ajuda que dera na lei que organizava a carreira.
O presidente telefonou mandando que ele devolvesse o carro. O irmão argumentou que se devolvesse ficava desmoralizado em seu cargo.
O presidente Castelo Branco interrompeu-o dizendo:
- “Meu irmão, afastado do cargo você já está! Estou decidindo agora se você vai preso ou não”.

domingo, 26 de julho de 2009

Saponga Futebol Clube

Uma equipe de Futebol montada por alunos do Colégio, Dom Bosco eu não consegui descobrir a cidade.

sábado, 25 de julho de 2009

A corrupção, ponto a ponto

Notícia publicada na edição de 24/07/2009 do Jornal Cruzeiro do Sul, na página 3 do caderno A -
O escândalo do Senado é uma verdadeira cartilha que ensina o que não fazer pelo bem do Brasil. Um roteiro de falhas morais que precisam ser erradicadas, pela força da lei e do voto

Ainda que não sirva para mais nada, a revelação do oceano de irregularidades em que o Senado Federal insiste em navegar já cumpriu uma valorosa missão, pelo didatismo com que os escândalos escancararam alguns dos piores vícios da República, responsáveis pela condenação do Brasil ao atraso, à imoralidade, ao desperdício e à ineficiência.

As denúncias contra integrantes e funcionários do Senado - e, com ênfase toda especial, contra o capitão dessa nau sem rumo, o veterano senador maranhense José Sarney (PMDB-AP) -, revelam objetivamente os mecanismos pelos quais o pecado original da política brasileira - tratar a coisa pública como se privada fosse - costuma se consumar.

O escândalo do Senado é uma verdadeira cartilha que ensina o que não fazer pelo bem do Brasil. Um roteiro de falhas morais que precisam ser erradicadas, pela força da lei e do voto. Outras há, com certeza, mas fiquemos com as principais:

* Cargos de confiança - O nepotismo e o empreguismo continuam à solta, driblando proibições legais. Cargos públicos são usados para favorecer parentes - ou, como se viu esta semana, namorados de parentes - e comprar favores. Na raiz do problema está a criação desenfreada de cargos de confiança, muitas vezes para funções técnicas e que deveriam ser preenchidas por concurso.

* Prodigalidade - A necessidade de empregar correligionários e protegidos gera outro problema, que é o inchaço da estrutura governamental com a criação de cargos bem remunerados e de livre provimento. Estudo recente da ONG Transparência Brasil constatou que os congressistas brasileiros, proporcionalmente ao Produto Interno Bruto, custam mais para o Brasil do que os parlamentares americanos, alemães, franceses e ingleses para seus países. Não por acaso o Senado tinha 181 diretores, mais de dois para cada senador.

* Falta de transparência - Os governantes entendem por publicidade a veiculação de comerciais caríssimos na televisão, para mascarar a realidade e iludir os eleitores. Não é nada disso. O que a lei exige é ampla informação sobre os atos oficiais, que, quando convém, são pouco divulgados ou mesmo mantidos em sigilo. Foi o que aconteceu no Senado, que deixou de publicar centenas de nomeações, promoções e contratações.

* Enriquecimento ilícito - Imóveis que valem muitos milhões deixaram de ser declarados à Receita Federal pelo ex-diretor do Senado, Agaciel Maia, e também por Sarney. No mínimo, são tentativas de fraude contra o fisco, absolutamente inconcebíveis para qualquer cidadão e mais ainda para um funcionário graduado do Congresso e o presidente do Senado. Mas a omissão pode significar algo ainda pior, pois esconder bens é também um indício de que a origem do dinheiro pode ser ilegal.

* Negócios escusos - Licitações dirigidas desviam o dinheiro público, indiretamente, para as mãos de quem deveria administrá-lo sem buscar vantagens pessoais. Uma das empresas responsáveis pela operação de crédito consignado para os funcionários do Senado foi montada pelo ex-diretor de Recursos Humanos da Casa, João Carlos Zoghbi, que colocou sua ex-ama de leite, uma senhora de 83 anos, como laranja (dona da empresa). Outra operadora dos créditos, segundo denúncias, pertenceria a um neto de Sarney, José Adriano.

* Blindagem corporativa - CPIs e comissões de ética têm sido sistematicamente blindadas para que os resultados de suas apurações não cheguem a lugar nenhum. Em meio à crise no Senado, o Conselho de Ética foi convenientemente colocado nas mãos do senador Paulo Duque, do mesmo partido de Sarney. Duque, que é suplente e não tem planos eleitorais para 2010, já avisou que não está preocupado com a opinião pública. É ele o autor da pérola: A opinião pública é volúvel, flutua.

* Perdão político - É o que o presidente Lula conseguiu para Renan Calheiros (PMDB-AL) e tenta assegurar para Sarney. Segundo a ótica particularíssima do presidente, mesmo as mais graves irregularidades devem ser esquecidas, se o que está em jogo é o interesse do governo ou, subjacente a este, do PT. De todas, é a falha moral mais grave, porque, em larga medida, é a mãe das outras. O perdão presidencial reedita o velho adágio: para os amigos, tudo; para os inimigos, a lei.
OBS. Qualquer semelhança é mera coincidência.

terça-feira, 21 de julho de 2009

Uma blitz!!!

Fui a uma festa de despedida de solteiro em uma chácara aqui perto de Campinas, do meu amigo Amadeu. A galera toda lá. Muita cerveja, uísque, vinho. A noite prometia. Muitas gatinhas. Galera animada.
Saí de lá nem sei que horas. Travado! Indo pela rodovia, avistei algo que se tornou o terror dos festeiros...

Uma blitz!!!

Comecei a rezar para tudo quanto era santo. Mas... fui sorteado.
Quando parei, quase atropelei o guarda. Tava ruim. O guarda pediu para eu descer do carro. Quase não consegui.

Aí o pesadelo aumentou.
Ouvi o que qualquer bêbado teme:

- Vamos fazer o teste do bafômetro !

Tô frito! Pensei. Quando, ao que parece, os santos resolveram me atender.
Um caminhão bate na outra pista e espalha toda a sua carga...
Os guardas imediatamente me dizem:

- Vá embora, vamos socorrer aquele acidente!!!
Eu, mais que depressa (ou pelo menos tentando), entrei no carro e fui embora.

Feliz da vida. Hoje é meu dia de sorte, pensei.
Cheguei em casa, guardei o carro e, após agradecer aos santos pelo meu dia de sorte, fui dormir.

Tava feliz.

No outro dia, minha mãe me acorda as 7 da manhã me perguntando:
- Filho, de quem é aquela viatura da polícia estacionada dentro da nossa garagem?

sábado, 18 de julho de 2009

Jabor - Gostem ou não, o texto é imperdível!


- Brasileiro é um povo solidário. Mentira. Brasileiro é babaca.

Pagar 40% de sua renda em tributos e ainda dar esmola para pobre na rua ao invés de cobrar do governo uma solução para pobreza;
Aceitar que ONG's de direitos humanos fiquem dando pitaco na forma como tratamos nossa criminalidade. ..
Não protestar cada vez que o governo compra colchões para presidiários que queimaram os deles de propósito, não é coisa de gente solidária.
É coisa de gente otária.

- Brasileiro é um povo alegre. Mentira. Brasileiro é bobalhão.
Fazer piadinha com as imundices que acompanhamos todo dia é o mesmo que tomar bofetada na cara e dar risada.
Depois de um massacre que durou quatro dias em São Paulo, ouvir o José Simão fazer piadinha a respeito e achar graça, é o mesmo que contar piada no enterro do pai.
Brasileiro tem um sério problema.
Quando surge um escândalo, ao invés de protestar e tomar providências como cidadão, ri feito bobo.

- Brasileiro é um povo trabalhador. Mentira.Brasileiro é vagabundo por excelência.
O brasileiro tenta se enganar, fingindo que os políticos que ocupam cargos públicos no país, surgiram de Marte e pousaram em seus cargos, quando na verdade, são oriundos do povo.
O brasileiro, ao mesmo tempo em que fica indignado ao ver um deputado receber 20 mil por mês, para trabalhar 3 dias e coçar o saco o resto da semana, também sente inveja e sabe lá no fundo que se estivesse no lugar dele faria o mesmo.
Um povo que se conforma em receber uma esmola do governo de 90 reais mensais para não fazer nada e não aproveita isso para alavancar sua vida (realidade da brutal maioria dos beneficiários do bolsa família) não pode ser adjetivado de outra coisa que não de vagabundo.

- Brasileiro é um povo honesto. Mentira.
Já foi; hoje é uma qualidade em baixa.
Se você oferecer 50 Euros a um policial europeu para ele não te autuar, provavelmente irá preso.
Não por medo de ser pego, mas porque ele sabe ser errado aceitar propinas.
O brasileiro, ao mesmo tempo em que fica indignado com o mensalão, pensa intimamente o que faria se arrumasse uma boquinha dessas, quando na realidade isso sequer deveria passar por sua cabeça.

- 90% de quem vive na favela é gente honesta e trabalhadora. Mentira.
Já foi.
Historicamente, as favelas se iniciaram nos morros cariocas quando os negros e mulatos retornando da
Guerra do Paraguai ali se instalaram.
Naquela época quem morava lá era gente honesta, que não tinha outra alternativa e não concordava com o crime.
Hoje a realidade é diferente.
Muito pai de família sonha que o filho seja aceito como 'aviãozinho' do tráfico para ganhar uma grana legal.
Se a maioria da favela fosse honesta, já teriam existido condições de se tocar os bandidos de lá para fora, porque podem matar 2 ou 3 mas não milhares de pessoas.
Além disso, cooperariam com a polícia na identificação de criminosos, inibindo-os de montar suas bases de operação nas favelas.

- O Brasil é um pais democrático. Mentira.
Num país democrático a vontade da maioria é Lei.
A maioria do povo acha que bandido bom é bandido morto, mas sucumbe a uma minoria barulhenta que se apressa em dizer que um bandido que foi morto numa troca de tiros, foi executado friamente.
Num país onde todos têm direitos mas ninguém tem obrigações, não existe democracia e sim, anarquia.
Num país em que a maioria sucumbe bovinamente ante uma minoria barulhenta, não existe democracia, mas um simulacro hipócrita.
Se tirarmos o pano do politicamente correto, veremos que vivemos numa sociedade feudal: um rei que detém o poder central (presidente e suas MPs), seguido de duques, condes, arquiduques e senhores feudais (ministros, senadores, deputados, prefeitos, vereadores).
Todos sustentados pelo povo que paga tributos que têm como único fim, o pagamento dos privilégios do poder. E ainda somos obrigados a votar.
Democracia isso? Pense !
O famoso jeitinho brasileiro.
Na minha opinião, um dos maiores responsáveis pelo caos que se tornou a política brasileira.
Brasileiro se acha malandro, muito esperto.
Faz um 'gato' puxando a TV a cabo do vizinho e acha que está botando pra quebrar.
No outro dia o caixa da padaria erra no troco e devolve 6 reais a mais, caramba, silenciosamente ele sai de lá com a felicidade de ter ganhado na loto... malandrões, esquecem que pagam a maior taxa de juros do planeta e o retorno é zero. Zero saúde, zero emprego, zero educação, mas e daí?
Afinal somos penta campeões do mundo né?? ?
Grande coisa...
O Brasil é o país do futuro. Caramba , meu avô dizia isso em 1950. Muitas vezes cheguei a imaginar em como seria a indignação e revolta dos meus avôs se ainda estivessem vivos.
Dessa vergonha eles se safaram...
Brasil, o país do futuro !?
Hoje o futuro chegou e tivemos uma das piores taxas de crescimento do mundo.
Deus é brasileiro.
Puxa, essa eu não vou nem comentar...
O que me deixa mais triste e inconformado é ver todos os dias nos jornais a manchete da vitória do governo mais sujo já visto em toda a história brasileira.
Para finalizar tiro minha conclusão:
O brasileiro merece! Como diz o ditado popular, é igual mulher de malandro, gosta de apanhar. Se você não é como o exemplo de brasileiro citado nesse e-mail, meus sentimentos amigo, continue fazendo sua parte, e que um dia pessoas de bem assumam o controle do país novamente.
Aí sim, teremos todas as chances de ser a maior potência do planeta.
Afinal aqui não tem terremoto, tsunami nem furacão.
Temos petróleo, álcool, bio-diesel, e sem dúvida nenhuma o mais importante: Água doce!

Só falta boa vontade, será que é tão difícil assim?

Arnaldo Jabor